Antevisão Folheto Pingo Doce (7 a 13 julho)

O folheto do Pingo Doce está em vigor de 7 a 13 de julho de 2026 — a cereja nacional, a dourada e o entrecosto de porco são as compras mais certeiras da semana.

Folheto

Esta semana o Pingo Doce acerta bem na fruteira e na peixaria. A cereja nacional em caixa de 1kg a 7,99 €/kg já não é novidade — repete o mesmo piso de há várias semanas —, mas continua a ser o preço mais baixo que se vê nesta fruta em anos recentes, e a versão IGP em embalagem de 400g sai a 4,49 €, poupança de 25%. Na peixaria há uma mudança de referência que compensa reparar: a dourada e o robalo passam a vir identificados como “nacional”, com a dourada nacional até 600g a 8,99 €/kg e o robalo nacional até 600g a 9,99 €/kg. No talho, o entrecosto a 4,79 €/kg e a maminha de bovino fatiada a 16,99 €/kg (mais de 10% de desconto) fecham a lista dos que valem mesmo a pena.

Como compara com a semana anterior no Pingo Doce

A semana de 30 de junho a 6 de julho tinha sido claramente mais forte em fruta de verão — nectarina e pêssego a mínimos históricos abaixo de 2 €/kg. Esta semana a fruta acalma um pouco (nectarina volta aos 1,89 €/kg, ainda um bom preço, mas já não é recorde), e o destaque desloca-se para a cereja e para a peixaria nacional. É um folheto mais equilibrado do que espetacular, mas sem quebras — o que já diz muito, a esta altura do verão.

Pingo Doce ou Continente: quem ganha esta semana no peixe fresco

Onde este folheto se destaca mesmo é na comparação direta com o Continente. A dourada nacional do Pingo Doce, a 8,99 €/kg, fica um euro abaixo do que o Continente costuma pedir pela mesma origem. Já no robalo nacional há empate técnico a 9,99 €/kg — o mesmo preço nas duas casas, o que reduz a escolha a uma questão de proximidade ou de outros produtos no cabaz. Vale a pena espreitar também a antevisão do folheto Continente antes de decidir onde fazer a compra da semana.

Há também uma nota de aviso, para quem gosta de vinho: o Alentejo Monte dos Perdigões Premium aparece a 1,99 € com “poupe 80%” sobre um PVPR de 9,99 €. É o tipo de desconto que soa bem no folheto mas que raramente resiste a uma análise séria — um branco de entrada de gama não costuma valer dez euros de partida. Nada contra o vinho a esse preço; só não confundas o número gordo do desconto com pechincha genuína.

No cômputo geral, é uma semana que vale a pena aproveitar se precisas de reforçar a peixaria ou o talho — a cereja e a dourada nacional são os motivos concretos para ir. Quem procura fruta de verão a preços recorde talvez fique à espera de outra semana, já que esta ficou aquém da anterior nesse capítulo.

Vale ainda um parêntesis para a página 3, onde os frutos de verão (nectarina, papaia, uva Honey) mostram descontos reais entre 10% e 35% — nada de PVPR inflacionado ali, só fruta de época a preço justo.

O folheto acima é da responsabilidade da marca. Fonte oficial.

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